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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

FALLEN - 1º Capítulo.



Heeeeeeey, olhem o primeiro capítulo aqui como eu prometi! Obrigada pelos comentários... & nos encontramos lá em baixo! 




Autora narrando.

Ronnie entrou no saguão iluminado pelas lâmpadas fluorescentes da escola Words & Actions alguns minutos atrasada. Uma ‘pessoa’ com sexo aparentemente não definido estava segurando uma prancheta e falando:
– Então se lembrem: PPP, pílulas, pijamas e polícia, que carinhosamente chamamos de vermelhos – ladrou a ‘pessoa’ para três outros estudantes em pé a frente de Ronnie. – Lembrem-se disso e não terão problemas.
Ronnie correu para ao lado dos outros três estudantes.
– Vejam quem resolver aparecer – disse a atendente, que Ronnie agora achava ser uma mulher, pela voz fina.
– Desculpa. Poderia repetir sobre as pílulas?
– Pílulas, ou remédios. Se for uma das alunas medicadas é aonde deve ir para se manter sã, dopada, respirando, seja lá o que for.
Totalmente mulher, Ronnie pensou, analisando a atendente. Homem nenhum usaria aquele tom de voz sarcástico.
– Entendi.
Ronnie, cujo nome era Verônica, lembrará que parara de tomar remédios há anos. Depois do acidente no último verão, o Dr. Sanford, seu médico – e o motivo pelo qual seus pais a mandaram para aquele colégio interno em New Hampshire –, estava pensando em medicá-la novamente. Apenas dela tê-lo convencido de estar estável, fora necessário um mês de análises.
As aulas já haviam começado há mês, estar ali entre pessoas totalmente problemáticas já era o bastante para Ronnie, e ainda tinha que começar totalmente perdida. Teria que se esforçar muito para alcançar o ritmo das matérias quando todos ali já estavam acostumados. Mas pelo visto, não era a única chegando hoje.
Ela deu uma olhada nos outros três alunos parados em semicírculo em volta dela. Na antiga escola, a Dover Prep  havia sido pelo tour no campus que conhecera sua melhor amiga, Callie. Elas eram inseparáveis, sempre juntas, na escola, no shopping, naquele verão... Não se desgrudavam... até serem obrigadas.
Parado de cada lado de Ronnie hoje estavam dois garotos e uma garota. A garota parecia bem fácil de decifrar, loira e bonita, como se saída de um comercial, com unhas pintadas de rosa claro combinando com a pasta de plástico.
– Sou Gabbe. – Disse para Ronnie com um grande sorriso que desapareceu tão rápido quanto surgiu.
Á direta de Ronnie estava um garoto de cabelos castanho curto, olhos castanhos. Ele ficava mordendo a cutícula do dedão, Ronnie teve a impressão de que o garoto, assim comoela ainda estava atordoado e envergonhado por ter ido parar ali.
O garoto a esquerda, por outro lado, se encaixava perfeitamente nesse tipo de lugar, até um pouco de mais. Ele era alto e magro, tinha cabelos castanhos repicados em um corte alto, mais do tipo topete e olhos profundamente verdes. Seus lábios eram cheios e de um cor-de-rosa natural que a maioria das garotas mataria para ter. Na nuca, uma tatuagem  preta no formato de sol quase parecia brilhar na pele branca, subindo pela gola de sua camiseta preta.
Eferente dos outros dois, quando esse garoto se virou para olhá-la, encarou fixamente seus olhos e não se moveu. Os lábios numa linha séria, mas os olhos eram quentes e vivos. Ele a contemplou, parado como uma escultura, fazendo Ronnie congelar e prender a respiração. Aqueles olhos eram intensos, sedutores e bem, um pouco desconcertantes.
Com alguns pigarros a atendente teve a atenção de todos novamente. Ronnie corou e voltou a olhá-la.
– Aqueles que já aprenderam as regras estão livres para ir, assim que jogarem fora seus objetos perigosos.
Uma caixa a frete dos quatro alunos tinha uma placa escrita ‘Objetos perigosos’. Os outros três foram até lá colocaram algumas coisas, como alicates, estiletes e até seus celulares. Ronnie tocou o bolso pensando em como seria largar o seu. Como ela falaria com Callie ? e seus pais ?
– E quando digo ir Todd – ela pousou a mão no ombro do garoto que mordia o dedão – quero dizer para os limites do ginásio. E você – Apontou para Ronnie. – descarte seus objetos perigosos e fique comigo.
Ela com um aperto no coração foi até lá e largou seu celular...
– Não vá morrer aqui na minha frente garota, não sou paga para ressuscitar os alunos. E além do mais, você tem direito a uma ligação por semana.
Com um suspiro, Ronnie percebeu que os pais provavelmente sabia. De que outra forma poderia explicar as expressões sofridas quando se despedirão dela nos portões da escola ? No café da manhã, ela tentara fazer piada, mas seus pais não tinham nem mesmo sorriso. Ronnie achou que eles ainda estavam com raiva dela; eles eram sempre calados, o que significava que, quando Ronnie fazia algo muito errado, eles davam um gelo nela.
Todd e a robô Gabbe foram para a porta sem nem olhar na direção de Ronnie,, mas o terceiro garoto se virou para a atendente.
– Posso explicar as coisa para ela. – disse, indicando Ronnie com a cabeça.
– Não faz parte do nosso acordo. Você é novo aqui mais uma veze isso significa ter as mesmas restrições que os outros alunos novos. Se não ficou feliz, deveria ter pensado duas vezes antes de violar a condicional.
O Garoto se virou e saiu pela porta. A atendente explicou tudo a Ronnie e por fim deu o numero do quarto dela.
– Sessenta e três. Deixe o resto de suas malas em minha sala por enquanto. Poderá se acomodar pela tarde.
Ronnie arrastou a mochila velha até os outros três baús pretos indistintos... Aquele lugar certamente parecia uma penitenciária de segurança máxima.
– E o que você disse sobre os vermelhos ? – Ronnie perguntou a atendente.
– Vermelhos – a atendente apontou para um pequeno aparelho pendurado no teto e ligado por fios: uma lente com uma luz vermelha piscando. Ronnie não tinha visto antes, mas, assim que a atendente falou, se deu conta de que estava cercada de câmeras.
– Deixamos todas bem óbvias para vocês não esquecerem. O tempo todo, em qualquer lugar, estamos de olho em vocês. Então não faça besteira, isto é, se conseguir evitar.
Toda vez que alguém falava com Ronnie era como se ela fosse uma total psicopata, a garota acreditava mais um pouco que isso era verdade.
Por todo o verão as lembranças a assombraram, e, seus sonhos, nos raros momentos em que seus pais a deixavam sozinha. Alguma coisa tinha acontecido naquela cabana e todos, inclusive Ronnie, queria saber o quê. A polícia, o juiz, a assistente social, todos tentavam arrancar a verdade sobre ela, mas Ronnie sabia tanto quanto eles. Ela e Trevor estavam brincando a noite toda, perseguindo um ao outro até a fileira de cabanas do lago, para longe da festa. Ela tinha tentado explicar que tinha sido uma das melhores noites da sua vida, até virar a pior.
Tinha passado tanto tempo relembrando aquela noite, escutando a risada de Trevor, sentindo as mãos dele apertando sua cintura, e tentando acreditar no que seu coração lhe dizia: que realmente era inocente.
Mas agora, cada regra daquela escola parecia desmentir essa certeza, e sugerir que realmente ela era perigosa.
– Olhe, se vai fazer você se sentir melhor, não está nem perto de ser o pior caso daqui. – Disse a atendente. – Ok, a orientação acabou. Está por conta própria agora. – Ela deu a Ronnie um mapa da escola, feito a mão. – Você tem uma hora até a próxima aula... E lembre-se, os vermelhos estão te vendo.
Antes que Ronnie pudesse responder, uma garota magra de cabelos escuros apareceu na sua frente, acenando com os dedos compridos na frente do rosto de Ronnie.
– Uuuuuuuuuuuuh, os vermelhos estão te vendo! – Falou em um tom assustador e brincalhão, imitando aqueles filmes de terror engraçados.
– Saia daqui, Ariane, antes que eu mande você para a lobotomia – disse a atendente rispidamente.
Ariane fez um gesto de punheta para a atendente, então olhou para Ronnie, desafiando-a a se sentir ofendida.
– E só por isso Ariane, você acaba de receber a tarefa de mostrar a escola para a Little Miss Sunshine aqui.
Ela apontou para Ronnie.
– Perfeito, estava mesmo precisando de uma nova escrava! – Disse Ariane a Luce.
A atendente saiu, e pela porta do saguão entrou o garoto de olho verdes. Ele balançou a cabeça e avisou Ronnie:
– Este lugar não hesita em revistar você completamente.  Então, se estiver escondendo algum tipo de material perigoso – ele ergueu a cabeça e jogou um monte de objetos não identificados na caixa –, não se dê ao trabalho.
Atrás de Ronnie, Ariane riu baixinho.
– Ariane – Disse ele sem demonstrar emoção.
– Cam – devolveu ela.
– Você o conhece ? – Perguntou Ronnie.
– Mão me lembro disso – Respondeu Ariane, arrastando Ronnie para fora dali.

[...]

– Entãooooo – já conheceu Randy. – disse Ariane.
– Achei que o nome dele era Cam.
– Não estamos falando dele – Estamos falando do ser não identificado lá dentro. – pausou – O que você acha, homem ou mulher ?
– Hum... mulher ? – respondeu Ronnie – Isso é um tipo de teste ?
Ariane sorriu.
– O primeiro de muitos...
E assim as duas conversaram por horas... Ariane contando tudo o que sabia sobre a escola, e Ronnie, contava o mínimo possível sobre si...

...

– Corta meu cabelo igual ao seu ? – Disse Ariane.
– O quê ? – Ronnie arfou – seu cabelo é lindo.
– Lindo e chato. O seu é sexy, moderno. E eu quero.
– Ah, hum, tudo bem.. – Disse Ronnie. Ela não sabia se deveria se sentir lisonjeada ou  nervosa pelo jeito que Ariane achava que podia ter tudo o que queria tão fácil, mesmo se pertencesse a outra pessoa. – Onde vamos arranjar...
– Tchan-tchan! – Ariane tirou um canivete suíço rosa da bolsa, o mesmo que Gabbe havia jogado na caixa de materiais proibidos...

Continua...


(sexy, sexy, sexy)

Hi! Gostaram ? Quero comentários please u_u 
AAAAAAAI AAAAAAAI, quem ficou (assim como eu) até as 3 horas da manha ontem esperando o vídeo do Jus10 ?! Haha, aquele lindo. Na boa,  a nova musica é mt perfeita. #morri
Em fim, amo as minhas leitoras linda e até o próximo post meu <3

Bjs, Luh.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Aviso :)

Mudei um poquinho o designer do blog... troquei o bd lá de cima, organizei um pouco mais o layout. Mesmo assim não está totalmente completo. Vou fazer mais umas mudanas, criar algumas páginas com novidades e até estou pensando em fazer uma promoção para atrair mais seguidores... Vou fazer uma enquete ali do lado sabendo o que vocês querem como prêmio na promoção. Eu queria explicar tudo, mas eu to pelo celular e é uma merda digitar. Segunda feira eu posto Fallen e explico tudinho. 

2bjo, Luh

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

I'M BACK BITCH + Fallen: nova fanfic.



Luiza porque você sumiu ? 
Porque você deu o blog ? 
Quem é Alanes ? 
Porque parou de escrever ? 

Pois é, eu recebi umas 200 asks no tumblr com as mesmas perguntas. Sim, eu sumi por um -bom- tempo, mas não abandonei vocês. Eu deixei o blog sobre os cuidados da Alanes. Para voltar agora. 
Oh, yeeeeeeeh, eu voltei. 
Passei por uns problemas pessoais e tals, e não tinha tempo nem criatividade para postar. Eu nem conseguia pensar em mim mesma, quem dirá em fanfics. Mas bem, tudo passou. Eu estou super de boa (comigo mesma, e com os outros), e em fim criei ispiração para fazer uma nova fanfic. 
Eu não vou poder postar todo dia, vou tentar postar -ao menos- duas vezes por semana. Mas se eu conseguir, claro, posto mais. 

VAMOS AO QUE INTERESSA, a fanfic. 


"Justin Blakelee Bieber parece estranhamente famíliar para Ronnie...  Misterioso e resenvado, ele chama a atenção de Verônica no primeiro dia de aula na Words & Actions - um internato para adolescentes  problemáticos em Sanannah, na Geórgia. Em um lugar onde celulares são proibidos e câmeras de segurança vigiam cada canto, Justin se torna a única alegria dos dias de Ronnie, quase uma obsessão.
Mas o rapaz não está nem aí para ela, e não se inibe em deixar isso bem claro. Por que ele a ignora ? Ronnie acredita que o último ano no reformatório, depois que o primeiro namoradinho morreu em um misterioso incêndio, já é castigo suficiente. Talvez as estranhas sombras que sempre a atormentaram tenham alguma relação com a atitude de Justin...
No entanto, ela não consegue ficar longe dele, e a atração entre os dois acaba se mostrando inevitável, mágica. Ronnie precisa descobrir qual o segredo que Justin guarda tão desesperadamente - uma verdade que poderia matá-la. Algo que, em vidas passadas, Justin não conseguia evitar."

Principais personagens: 





Penn Lockwood, 18 anos. 

Ariane Smoller, 17 anos.  




Personagens secundários:
Callie (18), Molly (19), Srt. Sophia (42), Roland (19) , Todd (17). 


Ps: Alguns outros personagens irão aparecer ao decorrer da história, mas nenhum delas terá tanta importancia quanto os citados. 

Ps²: Sim, a fanfic é baseada nos livros de Fallen, são parecidas, mas não iguais. Então par quem amou (assim como eu) a história com anjos caídos e muitos mistérios, ai se identificar com a fanfic. Me espelhei muito no primeiro livro para escrever a história, e não sei se haverá 2º temporada. 


Espero que tenham gostado da sinopse, se der amanhã eu posto o prólogo. Mas o primeiro capítulo mesmo, só saira lá pela segunda ou terça. 
Comentem, por favor. Eu não posso saber se estão gostando ou não se não houverem comentários. Quero a opinião de todos, para saber se está bom, se precisa melhores e tals. Espero ter no minímo 2 ou 3 comentário nesse post oks ?!

 E mais um avido: AOS AMANTES DE LOST , eu estou pensado em começar a 2º temporada... Então, pra quem ainda não leu a 1º, corre lá nos arquivos do blog e procura! 
2bjs, Luh.




quinta-feira, 20 de setembro de 2012

LOST - The Trap. The End.


LOST - The Trap. The End. 


Justin chegou ao galpão. Já estava escurecendo, ele parecia apreensivo, com medo. Mas em uma hora dessas a coragem era fundamental. 
Ele pegou a arma que havia deixado no banco do passageiro, recarregou com algumas balas que tinha no bolso, abriu a porta do carro e saiu. 
Caminhou vagarosamente naquela rua de barro, toda esburacada. Ele tentava não fazer barulho, foi o mais cuidadoso possível. Chegou ao galpão, encostado na parede, pode ouvir uma voz 'Não, não... socorro, por favor. Não me mate.' Aquela era a voz de Ellena. Com muito cuidado ele foi dando a volta no galpão, até chegar no que seria a suposta 'porta'.
Ele sentiu um calafrio, que o fez dar um passo para trás. Pensou se deveria mesmo fazer e chegou a conclusão de que daria a vida por Ellena se preciso fosse, pois estava perdidamente apaixonado por ela, e se culpava a cada segundo por não ter dito tudo a ela naquele dia, a três meses atrás. 

Flashback ON'

– Eu te amo Justin. – Disse a garota sem medo, Justin se apavorou. Apesar de sentir algo por Ellena ele não sabia bem o que era. 

O que eu faço agora ? – Pensou ele. 

– Elle... eu, eu... Me desculpa. – Disse Justin, e então, por impulso saiu correndo deixando a pobre Elle ali, sozinha, com lágrimas rolando em sua face. 

Justin foi para seu quarto, e eu um ato meio gay – ao seu próprio ponto de vista – começou a chorar. Ele tinha medo, medo de se envolver em algo mais sério com ela, pois sabia que se isso acontecesse, ela morreria, assim como todas as outras pessoas que Justin já tentara se envolver. Lá, chorando ele ficou se lembrando de seu passado. Pensando que poderia ter evitado tudo naquela maldita noite.

Naquele instante, voltando a realidade ele percebeu que havia deixado escapar sua única saída daquele mundo cruel em que ele estava preso, se deu conta que a deixou ir, então, quando ela passasse por aquela porta levaria com ela toda a alma e o amor que existiam em Justin. Quando ela passasse por aquela porta, levaria tudo de bom que existia em Justin. E ela passou. Ele correu, foi atras, mas quando chegou, era tarde de mais. Ela estava indo embora naquele táxi, ele deixou lágrimas de arrependimento caírem, se ele pudesse, refaria toda sua vida novamente, só para corrigir seus erros, que não foram pouco. 

Flashback Of'


 Não posso desistir agora, ela está lá, e eu a amor. Farei qualquer coisa para ter ela ao meu lado. – Pensou e naquele mesmo minuto, chutou a porta fortemente e se deparou com... NADA. Não havia nada além de uma cadeira com cordas ao chão. Ele foi até lá e checou bem, e então, havia um gravador ali, ele o apertou e se repetiram as mesmas palavras que ele havia escutado antes, 'Não, não... socorro, por favor. Não me mate'.

 – Bieber, Bieber.  – Ouviu uma voz, olhou para a porta e lá estava aquele ser... Mil coisas se passaram pela cabeça de Justin. 


Ele não estava morto ? 

Como ele soube de Ellena ? 

Como ele sobreviveu ?


           – Você.  – Disse Justin com medo, ele estava vendo seu passado diante de seus olhos, aquela mesma pessoa que havia infernizado a sua vida a muito tempo atrás, da qual ele se achava livre, estava ali, diante dele. 
 – Esqueceu de mim ?   – Disse o homem, em seguido deu um pequeno riso, indo em direção a Justin.  – Pensei que fosse mais esperto, e sacaria que tudo isso não passou de uma cilada.
 – Cade a Ellena ? 
 – Preocupado com sua namoradinha Bieber ?  – A frieza era percebível naquela voz grossa, parecia uma mesclagem de dor e algumas outras sensações inexplicáveis. 
 – Eu vou te matar, assim como matei aquela vadia.  – Após falar isso, Justin recebeu um soco. 
 – Nunca, nunca mais fale nela. Você não a conhecia, nãos sabia nada sobre nós. Ela me amava. 
 – Te amava tando, que não exitou em ir pra cama comigo. 
 – A culpa é sua, você a seduziu. 
 – Aquela foi uma das melhores noites da minha vida, aquela gostosa cavalgou em mim, gemeu meu nome com muito tesão, John.  – Justin cuspiu as palavras na cara de John.

Justin recebeu mais um soco, estava sangrando pelo nariz e pela boca. 

          – Você ainda não percebeu que a sua mera vidinha e a vida da sua vadia estão em minhas mãos ?
– Não ouse fazer nada com ela. – Justin cuspiu sangue ao chão. 
– Você não perde por esperar Justin... – Uns 20 homens entraram pela porta, Justin atirou em alguns e recebeu um tiro na perna, ele caiu ao chão e foi amarrado naquela cadeira, gemendo de dor. 

John saiu dali por alguns minutos e voltou, segurando Ellena pelos cabelos. Ela chorava, supostamente de dor, e ao ver Justin ela soltou um grito. 

– Justiiin. – Ela derramou mais lágrimas, Justin também caiu no choro, não só por ver a garota que ele amava ali, nas mãos daquele assassino, mas sua também porque sua perna sagrava muito. 
– Eu vou fazer você pagar por tudo Justin, por tudo mesmo. – Disse John. 
– Você é um monstro. 
– Eu sou um monstro ? Olhe para tudo o que você fez, você me destruiu, tudo que um dia eu ousei ter, você tirou de mim. Justin, se tem algum monstro aqui é você. 
– Eu me arrependo todos os dias pelo que eu fiz John, e pode ter certeza de que estou pagando por tudo isso. 
– Eu sei Justin, me encarreguei de ser o mentor de toda a sua tortura, eu quero que você passe por tudo o que eu passei, quero que sinta tudo o que eu senti, quero que sofra, como eu sofri. 
– Você é doente. 
– Doente é você, foi você quem me fez ficar assim. – Ele soltou Ellena, que caiu ao chão, ela estava com as mãos amarradas por cordas. – Lembra dos tempos de colégio Justin ? Eu te considerava meu melhor amigo, eu te contava meus segredos, eu te emprestava minhas coisas, eu tinha tudo, e você nada. Eu era bom, mas aí, de uma hora para a outra, eu me vi sem amigos, sem namorada, só eu e o dinheiro, mas o que eu faria com ele, se não tinha ninguém pra dividir ? Você os tirou de mim, e ainda se fazia de meu amigo. Ria de mim pelas costas, eu passei a ser humilhado naqueles corredores, eu estava sendo tratado como um idiota mental. Eu sai daquela escola, eu não tinha nada de mais contra você até aquele momento, mas aí, dois anos depois eu voltei a aquela escola, você era o rei de lá, e só uma pessoa me ajudou a se tornar conhecido, essa pessoa foi a Ketty. Eu me reergui, lembra de como você se tornou meu amigo rapidamente ? – Justin o fitava calado. – Eu assumi algumas das negociações do meu pai.
– Rotte não prestava. 
– CALA A BOCA! – pausou – Lembra também, da noite do baile de formatura ? Eu peguei você comendo a MINHA namorada no vestiário, eu te bati Justin, te deixei no chão, eu a levei para casa, e a perdoei, mas quem resolveu se entrometer novamente ? Você. Você Justin, foi você quem foi até a minha casa naquela noite, você atirou nela, eu a vi morrer em meus braços, então, você atirou em mim, achou que tinha se livrado, mas foi ali Justin, foi ali que eu jurei que destruiria você. Eu sumi por 2 anos, só tramando o que faria com você. E não estava em meus planos perder meu pai. Mas você assim fez, o matou. 
–  Rotte não valia nem um centavo, todos queriam a cabeça dele em uma bandeja. 
–  CALA A BOCA PORRA, EU TO FALANDO, É A MINHA VEZ. EU ESTOU POR CIMA AGORA JUSTIN, E EU VOU FAZER VOCÊ PAGAR POR TUDO. –  Ele pegou Ellena pelos cabelos. –  E vai começar agora. 
Ele puxou forte o cabelo de Ellena, e a fez cair novamente ao chão. Ela derramava lágrimas de desespero, enquanto Justin, derramava as de dor, a dor do coração. 
– Me chupa vadia, vai. Na frente desse seu namoradinho ridículo. – John riu. 
– Não... não. Justiiiin. – Ela falava desesperada em meio as lágrimas e soluços de desespero. 
John abriu o zíper da calça e tirou sem pudor algum seu 'membro' para fora. Ele deu um tapa na cara de Ellena. 
– Se você não colocar isso por inteiro nessa sua boca pobre eu juro que mato você e esse idiota, depois eu vou atras da sua família, vou me tortura-los e deixarei bem claro de que a morte deles era consequência sua. 
Ela então, chorando, pegou com suas mãos o membro de John e começou a masturba-lo. Ela não tinha escolha, ou era isso, ou ser uma 'assassina' sem querer. 
– Isso é bom... Haha. Vai vadia, chupa. – Ela assim fez, colocou-o inteiro na boca, sentindo muito nojo. Ellena quase vomitava, mas tinha de se segurar. Fez os movimentos por mais algum tempo, e então John gozou. Ele a fez lamber todo seu 'leite' e então fechou sua calça, alguns caras pegaram Elle e a amarraram em uma cadeira perto de Justin.
– Eu tenho nojo de você, quando eu sair daqui, vou te matar. O Logan vai te achar. – Disse Justin ríspido. 
– Wow, é mesmo... Nada teria dado tão certo se não fosse por ele... Logan Lerman. – Então, um homem surgiu entrando no galpão. Era ele, Logan. 
– Logan ? – Questionou Justin. – Você era como um irmão pra mim. – Logan riu. 
– Temos que pensar em nós mesmo Justin. Você acha que eu consegui tudo isso por que ? Por aquelas historinhas que eu te contava e você acreditava ? Idiota. Se eu tenho tudo isso é graças ao meu... Ao meu verdadeiro pai. Rotte. – Os pensamentos de Justin estavam do tipo 'O QUE ? LOGAN É FILHO DE ROTTE ? DOIS FILHOS DA PUTA!'. 
– Bieber, Bieber. Você não percebeu que desde o começo tudo foi uma cilada ? Miley conhecendo Ellena na boate naquela noite, não foi coincidência. Estava tudo tramado, cada passo que você ou essa vadiazinha davam, era manipulado por mim. Oh, e a Jenny, coitada, pagou por você Ellena. 
– O que fez com ela seu monstro ? – Ellena falou. 
– Ela teve uma morte muito rápida, não queria que uma moça tão linda sofresse. Haha... Mas sabe, você Ellena, por outro lado, não precisa morrer. Basta ficar comigo, ao meu lado. Posso te dar tudo, podemos ser felizes. Esqueça esse falido do Bieber, em pouco tempo ele estará morto e a menos que queria ir com ele, fique comigo. – Ele chegou mais perto e pegou o queixo de Ellena, ela se rebateu, mas estava amarrada. 
– NUNCA! – Disse e em seguida cuspiu em John. 
– Vadia. – John deu um tapa na cara dela. 
– Seu filho da puta, sai de perto dela. – Disse Justin. John foi andando até ele e lhe deu outro soco. 
Alguns barulhos foram ouvidos e em seguida, muitos homens entraram atirando contra John e seus capangas, só se via sangue ali, alguém soltou Justin e Ellena, e os tirou dali, mas então, Justin fora atingido por uma bala, novamente, mas agora, no braço esquerdo. Mesmo com a dor, não pararam de correr, saíram do galpão e entraram em um helicóptero. Lá do alto, ainda se ouviam os tiros, Ellena abraçou Justin e deixou as lágrimas escorrerem. 


[...]

– Vou te pedir que fique. Mesmo que o futuro seja de incertezas, mesmo que não haja nada duradouro prescrito pra gente. Esse é um pedido egoísta, porque na verdade eu sei que se nada der realmente certo, vou ficar sem chão. Mas por outro lado, posso te fazer feliz também. É um risco. Mas ao seu lado tudo parece melhor, então, fique. Não em deixe... – Disse Ellena, chorando. Justin estava debilitado, quase não respirava, eles estavam no carro indo em direção ao hospital. 
– El...Elle... eu...te amo... Você foi... a melhor... – pausou – coisa que.... já me aconteceu. – E assim, Justin fechou os olhos.  

[...]



E andando pelo cemitério, Ellena parou em frente ao tumulo de seu irmão, Zayn. 
– Grande homem maninho, você teve muita coragem de dar sua vida por mim naquela noite. Sempre será meu herói. – Disse ao lembrar do gesto bravo de seu irmão e seus 'homens', ao salva-la naquela noite no galpão. Deixou algumas rosas ali, secou as lágrimas que insistiam em cair e seguiu em frente, até o outro lado do cemitério. Parou novamente, agora, no tumulo de...
– Justin... – Disse chorosa. – Independente do passado, dos erros, das dores, das brigas.. eu te salvaria. Independente do esforço preciso, do trabalho, dos obstáculos à minha frente, da distância entre nós, das diferenças, dos caminhos seguidos.. te salvaria. Te salvaria, mesmo que tivesse que deixar-lo ir novamente. Por que no fim, eu te amo... E agora, eu vou ter que continuar minha vida, sozinha. Se eu pudesse morreria em seu lugar. Afinal, você tem tudo, e eu, o que tinha acabou, você se foi. Você era meu tudo, e Justin... Você vai continuar sendo. – Secou as lágrimas – Eu te amo eternamente. 
Deixou algumas flores ali e levantou-se... Foi andando em direção ao seu carro. Nele entrou e apenas dirigiu, sem destino. De ali em diante, seria só ela, para sempre... Ou não. 

FIM!
Da primeira temporada... Haha. 


Oi lindas, quanto tempo né ? Bom, eu não tinha criatividade pra escrever o final, então hoje me deu uma vontade de escrever e 'POW' escrevi!
Eu sei que ficou meio estranho mais preciso desse clima pra 2º temporada que chega logo logo. 
Mas para isso, preciso de comentários. Então, tchauuu :3

Beijos, Luh.

domingo, 2 de setembro de 2012

Aviso

Podem me matar'  Eu deixo. 

Eu mesma quero me matar, ou matar a pessoa que fez a maior porcaria desse mundo. 
Caralho, eu tinha escrito o final todinho de Lost com tudo perfeito, tinham até partes hot, e mano, eu mesma me surpreendi com o que eu havia escrito. Mas aí, eu entro hoje e vejo que NÃO TEM NADA ALI NO RASCUNHO. 
Ai vocês (e eu) perguntam...

Mas como isso aconteceu ?
É exatamente isso que eu não entendo. Quando eu salvei o rascunho, eu  abri em outra janela e estava tudo ali, salvo. Mas hoje quando eu entrei não tinha nada, nem o post da Gabi sobre o aniversário do Liam. Cara, eu to muito puta com isso. 

Desculpa gatas, mas pra mim fazer um novo final, como aquele, vai demorar no minimo, uma semana. 

Beijos, Luh. 

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Erros – Mini fanfic.


Erros – Mini fanfic.


Eu coloquei a revista na lixeira, dei alguns passos e parei. Por alguns segundo, pensei que jamais iria querer saber dele novamente, mas aos poucos, toda minha luta para conseguir chegar aqui, veio átona como um flash back em minha mente. Não, eu não iria desistir agora, eu batalhei por isso, e em fim consegui, não vou desistir. Não me importo com o que os outros vão pensar, nem o que ele vai pensar. Eu vou dizer tudo o que está entalado em minha garganta há anos. Ele de uma hora pra outra mudou, ele já não sorri como antes nem tem a atenção de antes com as fãs, com a família. Tudo parece um jogo de marketing, onde ele se faz de bonzinho e depois mostra sua face oculta. Eu fui boba de pensar que um dia ele notaria minha presença no mundo. Haha, eu fui muito idiota mesmo, o garoto tem tudo o que quer, nunca nem direcionaria o olhar para mim, no máximo me daria um autografo e tiraria uma foto, mas por pura obrigação. Jamais iria lembrar-se que me viu e que me deu um autografo... Muito menos que já fomos amigos.
 
Com muita coragem coloquei o capuz e subi no palco auditório, que estava lotado de fãs daquele babaca. Alias o babaca por quem estou apaixonada. Pois é, ai está a pior parte da história, eu estou amando-o. Mesmo assim, vou fazer isso. Contar para todos os que ele é. Fazer com que aquelas garotas tolas não se iludam achando que ele é perfeito e bonzinho. Justin Bieber é horrível. Um monstro. O motivo de tanta raiva, junto de amor? Oh, sim, ele me esqueceu. Fui eu quem o ajudei a chegar até ali. Fui eu quem incentivou ele a ir à porcaria da audição daquele programa de TV. Ele era meu melhor amigo, e hoje... Eu o encaro como um inimigo. Eu sei, é complexo, eu o amo e o odeio. Mas eu sou assim, confusa e inexplicável. Não preciso que ninguém me entenda, apenas que me escutem.

Ao chegar a frente ao microfone, senti um arrepio. Eu não posso fazer isso, vou me tronar igual a ele, uma idiota vingativa... Mas então minha luta foi em vão? Não, não. Agora que comecei, vou até o fim.

- Cof, cof - Fingi uma tosse e todos os olhares do auditório se voltaram a mim. Minha melhor amiga era a única pessoa que sabia o que eu estava fazendo, ela sabe de tudo, até do meu amor por ele. Digo, meu amor e ódio por ele. Ele, em partes, me entende e me da razão, embora ela seja contra essa minha declaração de hoje. Sabe, que se foda o que vão falar, ao menos vou estar de consciência limpa, e de bem comigo mesmo porque falei o que pensava.

- A esquisita ta lá em cima! – Ouviam-se piadinha com a minha pessoa, mas não dei à mínima.

- E...-travei- Eu... – vai Clair, você consegue. Seja forte! – Eu estou aqui para falar a mais pura verdade de todos os tempos. – Todos riram. Permaneci forte. – Justin Bieber é uma farsa, quer dizer, o Justin que vocês conhecem, ou acham que conhecem, é uma farsa. Eu mais do que ninguém sei disso, fomos amigos por anos e o que ele fez? Esqueceu-me, me abandonou quando eu mais precisei. Um dia eu tinha tudo, família, amigos, e no outro eu estava sozinha. – Quando toquei nesta parte do assunto, senti meus olhos marejarem. Minha família, que se resumia em meus pais e outras duas irmãs mais velhas, morreram em um acidente de avião. E bem, depois eu perdi tudo aos pouco, o dinheiro acabou eu tive que arranjar um trabalho, mas ganhava pouco, então a hipoteca tirou minha casa. Cheguei a morar em abrigos por meses, mas quando eu conheci a Jessica, minha melhor amiga, tudo isso mudou. Eu fui morar com ela e seus pais, que me tratam como filha, e eu os considero meus pais. Mas o que envolve o Justin nesse meio todo é... Onde ele estava ? Justo ele que se dizia meu melhor amigo, que disse que nunca iria me abandonar por nada. Ele mentiu. Assim que assinou o contrato com a maldita gravadora, ele sumiu. Mudou de país e deixou-me sozinha. Nunca procurou saber como eu estava nem nada. – Ele era meu melhor amigo. Alguns devem se lembrar de quando ele estudava aqui, ou não, já que ele era um invisível. Sim, Justin Bieber era o Drewzinho (lê-se druzinho), o garoto de peito fraco, que usava aqueles óculos ridículos e o cabelo para o lado. Todos o desprezavam, mas eu, eu sempre fiquei do lado dele, apoiando, sendo uma base. E o que eu recebi em troca ? Esquecimento. – pausei- Sabe minha raiva toda não vem só daí, o modo como ele trata as fãs me da nojo. Antes ele até era carinhoso, mas e agora ? Nada. Por acaso ele tirou foto com alguma de vocês quando chegou aqui? –o silêncio permanecia- Não. Ele estava intocável, cheio de seguranças em sua volta e com um ar superior a todos. Mas ele não é diferente de ninguém. É igual todos nós, em partes. A única coisa que nos diferencia é o caráter, coisa que esse garoto não tem. Eu odeio o que a mídia fez com ele, o que a fama fez com ele. No fim de tudo, eu o odeio. 

Eu desci do palco e fui em direção à saída do auditório. Todos estavam em silêncio, ouvi barulho de passos, mas continuei indo em direção à saída.

- Você está certa. – Ouvi uma voz, e na hora tive a certeza de que era ele. – Eu errei e feio quando te deixei na mão, alias, você diz que eu te deixei na mão. Mas a verdade é que eu fui sim atrás de você, mas a sua casa já não pertencia a você, na escola ninguém te via a mais ou menos dois meses, procurei em muitos lugares, então soube da morte dos seus pais... E sabe Clair, eu fiquei extremamente triste, porque todos eles me ajudaram, mas em especial você. E com tanto aos meus fãs, eu nunca deixei de dar atenção a eles, mas como todo humano eu não estou de bom humor todos os dias. E eu sei, sou uma estrela, tenho que ter disposição, afinal eu escolhi essa vida. Mas não é fácil, eu amo meus fãs e devo tudo isso a cada um deles, não seria nada sem eles. Mas em especial, eu não seria ninguém sem você Clair. – As lágrimas estavam sendo incontroláveis, eu tinha vontade de sair dali, ma seu precisava ouvir tudo aquilo. – Desculpe se desisti de você, e se não agi como deveria, mas todos nós erramos. Não somos perfeitos, sempre iremos cometer erros. Eu admiro a coragem que você teve de vir até aqui à frente e falar tudo isso. Mas em partes, você está errada. Porque eu ainda sou aquele garotinho calmo que adorava escrever musicas com você. Ou já se esqueceu de que há cinco anos atrás, todos os sábados á noite, nós íamos ao porão da sua casa, onde tinha um pequeno estúdio e ficávamos gravando aquelas musicas amadoras ? Pegávamos o violão e ficávamos cantarolando. Éramos tão felizes. Por favor, não esqueça isso nunca, se não quiser me perdoar, eu entendo... Mas Clair, eu nunca me esqueci de você. Nunca esqueci que fui e ainda sou apaixonado por você. – Suas últimas palavras me tocaram forte, tudo o que ele havia dito era verdade, eu estava errada, cega por aquele ódio que não me levou a nada. Eu cometi um erro, o maior erro da minha vida. Eu o julgava tanto por me esquecer, que eu mesma esqueci quem ele era realmente, esqueci de que EU ERA. Fechei-me, achando que era apenas autoproteção, mas não, eu estava sendo egoísta.

- Des...de...desculpa. – Disse e corri ao encontro do seu abraço, que foi o melhor da minha vida toda. Senti todo o amor que tínhamos um pelo outro desde pequenos, me senti completa. Me senti como não me sentia a um bom tempo, me senti amada.

Todos ao nosso redor estavam pasmos, mas sorrindo, eles haviam compreendido nossos erros, e no fim sabiam que nós éramos perfeitos um para o outro.

- Eu te amo pequena. – Ele disse e segurou meu rosto.

- Eu também te amo. – Fomos nos aproximando aos pouco e então, selamos nossos lábios em um tratado de paz, que dessa vez, eu juro, duraria para sempre.


FIM.

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Iai gattitas, gostaram ? Eu amei escrever essa mini fic, eu tinha o primeiro paragrafo dela pronto, acho que eu tinha escrito a uns dois anos atras e tava no meu pc, dai eu coloquei no noot ontem e resolvi terminar ela pra postar aqui :)
Espero que tenham comentários nér' :s
& a respeito de Lost, eu vou postar amanhã se der tempo de terminar mais um pouquinho, ta meio pequeno ainda. Mas vou tentar ;)
Beijos, Luh.

domingo, 26 de agosto de 2012

LOST - The Trap.(Parte 2)

     
13º Capítulo: The Trap - A cilada. (parte 2)



Justin's POV 

– Cara, é sério, ela não tava lá. Tenho certeza de que foi a MIley. A diretora não quis me dizer o nome da mulher, mas eu tenho certeza de que era a Miley... 
– Justin, pode ser outra pessoa. Se fosse realmente a Miley, teriam fotos nos sites e tudo. 
– Eu já vasculhei todos os sites e nada. 
– Então esquece Dude. 
– Não da pra esquecer Logan, eu preciso dela. 
– A única coisa que você precisa é vir pra casa e agora. 
– Desculpa, mas não dá. 

Desliguei o celular e encostei minha cabeça na poltrona do avião, e dormi. 

•••

'Senhores passageiros, peço a todos que apertem seus cintos, pois já estamos sobrevoando Nova York e pretendemos pousar em poucos minutos. Obrigado pela escolha de voar em segurança com a Anteve aviações.' – Ouvi a aeromoça, apertei meus cintos como fora pedido. 

Assim que aterrissamos em NY, vários paparazzis estava ali e me fotografaram, a essa altura eu nem me preocupava mais com a fotos, minha carreira já estava acabada. Meu contrato com a gravadora havia dançado a tempos, eu não to dando a minima para isso, nem fãs eu tenho mais. u tentei deixar tudo escondido da mídia, e consegui, mesmo assim, não pude esconder de Scooter, que era como um pai para mim, e bom, ele teve que cancelar nosso contrato. Sim, ele sabe de tudo, mas ele prefere não se envolver, e bom, depois da nossa última conversa, que foi quando eu contei tudo pra ele, nunca mais nos vimos. 
Eu sinto falta dos palcos, dos meus fãs, dos gritos enlouquecidos delas quando eu subia ao palco. Mas em especial, eu sinto falta de cantar. Afinal, é esse meu dom, foi com isso que eu ganhei reconhecimento, fãs e bem, uma parte do meu dinheiro. Sim, parte, pois a maioria do meu dinheiro vem das 'negociações', ou pensaram que um cantor poderia ganhar o que eu ganho ? Haha, não, não mesmo. Um cantor ganha muito, mas nada se compara com o mercado negro. Não se trata apenas do tráfico, o mercado negro tem muitas outras ocupações, e a mais famosa, na qual eu mais me dava bem era.... ou é, o assassinato de aluguel. Pois é, por muito tempo essa foi a fonte da minha renda, mas eu parei com isso a muito tempo. E bom, fiquei com as 'coisas' mais leves, como o transporte de dólares falsos ou pequenas quantidades de drogas. 

Sai dos devaneios e peguei um táxi rápido. Dei o endereço da casa de Logan, e ele partiu. 

•••

– Justin, descobriram o paradeiro da Ellena! – Logan chegou na sala gritando e sorrindo, eu sequei as lágrimas rapidamente, para que ele não percebesse que eu estava chorando. 
– Wow, obrigada cara. – Dei um aperto de mão seguido de um abraço nele. – Então, onde ela está ? 
– No Brasil, em uma cidade chamada Rio de Janeiro. – Me surpreendi, ela estava realmente longe. Mas abri um sorriso por saber onde ela estava. 
Nem falei mais nada, apenas corri para meu quarto para pegar algumas coisas. 

•••

Desembarquei do avião, e pude ver vários fãs ali, era incrível como elas não me abandonaram mesmo depois deu ter destruído minha carreiro, elas acreditavam em mim, seus gritos positivos me faziam sorrir e ter esperanças de um dia voltar a fazer o que eu amo, cantar. 
Foquei novamente meus pensamentos em Ellena, driblei os fãs e peguei um táxi até o hotel mais próximo. Precisava me instalar para procurar Elle. Só de pensar que ela está nas mãos dos capangas do Rotte, me da medo. Eles são capazes de tudo, tudo mesmo. Preciso pegar Ellena e sair do país, precisamos fugir daqui. Mas antes, eu juro, vou matar quem está por trás disso, assim como eu fiz com aqueles que um dia ousaram atravessar meu caminho. 

– Chegamos. – Disse o taxista com um sotaque diferente, acho que ele não era muito fluente no inglês. 
– Obrigada. – Eu disse em português e o paguei. 

Sai do táxi e entrei no hotel, fiz minha ficha e peguei qualquer quarto disponível e pedi muita, mas muita privacidade. 
Subi ao meu quarto e me instalei, depois peguei meu notebook. Pesquisei sobre lugares mais afastados, sobre tudo, até que cheguei a um ponto de nãos saber mais o que fazer. Eu não consegui achar nada aqui, preciso procurar por aí, pedir informações... Preciso de alguém que conheça o país. Espera... Acho que eu me lembro de alguém. Antonio Jorge Gonçalves dos Santos (n/a: gente, ralei pra procurar o nome dele, e tipo, ele é real, foi mesmo o maior traficante de armas do Brasil, alias, ainda é) , sim, o maior traficante de armas do Brasil. 
Liguei para Logan, pedi a ele que conseguisse fazer contato com esse homem, se Miley realmente trouxe Ellena para o Brasil, ele deve ter ajudado com o armamento. Afinal, eu conheço muito bem aqueles mafiosos. 

– Serviço de quarto. – Soou uma voz do outro lado da porta, peguei rapidamente uma arma na mala, eu havia a escondido muito bem para não ser detectada no aeroporto. Era estranho aquilo, eu não pedi nada. Aposto como aqueles idiotas já estavam sabendo da minha chegada. 
Abri a porta e como pensei, era um dos capangas da Miley. 
Ele entrou rapidamente, me deu um soco, revidei como o mesmo golpe, em meio a nossa luta, ele sacou a arma e eu desviei entrando no banheiro, tranquei a porta e tentava achar uma saída. Ele atirou contra a porta, a bala passou bem ao meu lado, atingindo a banheira, revidei o tiro, que atravessou a porta, e pelo grito que ouvi, deduzi que ele havia sido atingido. Forcei a entrada do duto de ar no banheiro, atirei em um dos parafusos e a porta caiu. Me apoiei na banheira e entrei naquele lugar apertado e gelado. Fui me locomovendo por ali, então, a primeira na grade que vi, dei um chute e    sai por ali. Deu em um quarto estava vazio, apenas com roupas em cima da cama e um barulho vindo do banheiro, olhei para todos os lado e as únicas saídas eram a porta e a janela, mas estávamos no 8º andar, seria loucura pular. Peguei um chapéu que havia em cima da cama, e um blazer de paletó também. Sai pela porta, abaixei minha cabeça, apressei os passos e entrei no elevador. No térreo, corri para a rua, e sem saber o que fazer, olhei para o outro lado da rua e o sinal estava fechado. Era minha chance, eu poderia ficar ali e esperar mais capangas virem, ou poderia pegar um carro e escapar. Optei em rouba rum carro. Era errado, mas depois eu dava até minha Ferrari se o cara quisesse. 
Atravessei a rua, e quando cheguei lá, sem dizer nada e nem ser suspeito, bati na janela de um dos carros. Apontei a arma para a cabeça do cara e mandei com que ele fosse para o banco do passageiro. Ele obedeceu e eu entrei. Ele começou a chorar baixo, eu olhei par atras e vi que tinha crianças ali. 
– Droga! – Pensei.
– Nós vamos andar um pouco e depois vamos parar, você vai sair do carro com suas duas filha e depois eu vou da rum jeito de te achar e eu juro que vou pagar um carro novo. – Falei diretamente. O cara parecia mais tranquilo. 
O sinal abriu, sai cantando os pneus do carro (n/a: ah não me diga que foi do carro, achei que fosse da carroça'). Após rodar um pouco com o carro, para bem longe do hotel, parei e disse para o homem que saísse dali com as crianças, mas que deixasse seu celular. Assim ele fez. 
Sai novamente com o carro, sem direção. Peguei o celular do homem e disquei o numero de Logan. 

Autora's POV

Logan Lerman estava tentando ligar para Justin a quase uma hora, e ele não o atendia.Tentou mais algumas inúmeras vezes e... opa! Alguém atendeu. 

– Justin, cara eu des.... – Foi interrompido.
– Aqui não é o Justin. Sou Mitchel. 
– Mitchel, aqui é Logan. 
– Oh, então, está tudo dando certo cara ? 
– É. Você o pegou ? 
– Não, o filho da puta escapou. 
– O que ? 
– É, ele fugiu. 
– Vou ligar agora mesmo para ele, depois eu ligo pra você. 
– Ok. 

Desligou, e em seguida, seu telefone tocou, era Justin. 

– Dude, aonde você 'tá ? 
– Em algum lugar. Cara, eu to perdido, eu preciso do numero daquele cara. 
– Eu consegui. Mas eu preciso que você ache algum lugar pra ficar, não da pra você ficar fugindo assim. 
– Só vou parar de fugir quando eu encontrar Ellena.
– Então, é por isso que eu te liguei. 
– VOCÊ CONSEGUIU ? 
– É. 
– Fala logo, eu vou colocar aqui no gps. 
– É a rua (~inventa uma rua~), numero 234, é uma estradinha de barro, bem estreita. Lá tem um galpão, ele é azul. Eles estão lá, a Ellena está lá. 
– Valeu cara, não sei o que seria de mim sem você. To indo pra lá agora. 

Desligaram o telefone, Justin estava indo em direção ao tal galpão com esperanças de achar Ellena. Coitado, mal ele sabia que lá o aguardava uma cilada.


Continua...


    

  
(coisa mais gostosa desse mundo)


Heeeey nutellinhas, gostaram ? 
Não percam o próximo capítulo tah ? Vai ser o último da primeira temporada... A segunda temporada, que vai se chamar  'Lost, the scape' . Vai ser muito legal, vai ter bastante ação, muitos conflitos. Nossa, vai ser emocionante. Ah, e vocês não podem perder o próximo capítulo ok ? Vão ter muitas revelações *---*

Minhas bb's, eu já ia me esquecendo... Eu preciso de uma gata pra ser personagem na próxima temporada, eu vou explicar tudo no próximo post de Lost. Ok'  
Amo vocês. 
Beijos, Luh.